PERDIDO NO TRÂNSITO


As desculpas para me ter ausentado das tarefas escriturarias são fáceis de apontar e a dificuldade seria em resumir as principais. Um pouco como encontrar argumentos para não sair de casa a pedalar e enfiar o traseiro num qualquer assento mais confortável, o tempo foi passando e os temas a acumularem-se na cabeça sem saírem pelas pontas dos dedos.

Nas minhas deambulações pelo mundo dos outros encontrei este filme. Ao ver as imagens da hamara india recordo o pavor com que entrei pela primeira vês no fluxo caótico de transito da capital Deli e de como ao fim de não muito tempo, guiava uma lambreta respeitando escrupulosamente a única regra  aceite universalmente pelos circunspectos condutores: horn please.

Um dos pensamento em jeito de e se que tenho quando leio qualquer coisa saída da equipa de arquitectos chefiada por Jan Gehl é qual teria sido o resultado para a cidade de Lisboa, se o dinheiro que foi entregue ao famosíssimo e aclamado Frank Gehry pelo seu trabalho num beco de Lisboa, tivesse sido dado ao colega dinamarquês para olhar, apenas olhar para a capital portuguesa.

Ao fim e ao cabo tudo se resume a escolhas e à coragem para decidir. Para enfrentar a Marginal, para atravessar uma rua em Chennai ou para mudar uma cidade.

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