O REGRESSO


Depois de um dia de trabalho, o regresso a casa é o momento em que, aos poucos, vamos desligando uns interruptores e ligando outros. De bicicleta é muito mais fácil desligar uns e muito melhor ligar outros. Experimentem!

Ontem a viagem de volta ao bem-bom, se bem que demasiado demorada, revelou como a marginal do rio Tejo merecia melhores acessos e mais visitas.

A ida para a SIC tinha sido de comboio desde Oeiras até Algés e a ideia era que o regresso fosse pelo mesmo caminho. Mas os planos são como os pneus, às vezes saem furados.

Entre acelerarmos a cadência para um comboio que já chiava dos travões  ou esperar pelo próximo, optámos por continuar a pedalar. E optámos bem!

O percurso de Algés a Carcavelos foi feito sob uma lua cheia de maresia. Quase sempre pela calçada, que o asfalto requer outro equipamento. A parceira ocasional não tinha capacete e as luzes cansaram-se de tanto tempo sem uso. Em alguns bocados fomos mesmo a passo. Desnecessariamente? Se calhar, mas quem tem uma bicicleta pode sempre desmontar e seguir a pé.

Chegados a Paço de Arcos seguimos pelo passeio marítimo, aqui já a par, à conversa, a desfrutar da companhia e de como é mesmo bom estar longe dos carros, dos seus motores e respectivos donos. A sede e a conversa convidaram a uma imperial fresquinha na nova marina de Oeiras, o problema foi a forte penalização para o controle do relógio.

Já li que o Verão tem sido bom para a SIC. Garanto que Agosto começou em grande!

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